Por Lu Valim, em 22 de abril de 2013 – Estética e Entrevistas.
Cirurgia Plástica X Estado Emocional

Oi pessoal, estão me pedindo há semanas para começar a falar sobre cirurgia plástica! Fiquei pensando por onde eu começaria, pois tenho tantas coisas a compartilhar com vocês que gostaria de fazer uma mesa redonda e ficar horas falando sobre esse assunto que eu tanto gosto!

Inúmeras foram às vezes em que fiquei a pensar, durante os atendimentos de pós-cirúrgico, como o estado psicológico interfere na recuperação do paciente. Os consultórios médicos recebem todos os tipos de pessoas que vocês possam imaginar: as calmas, as hiperativas, as ansiosas, as despreocupadas, as medrosas e as corajosas! Cada estilo de pessoa tem uma certa recuperação.

As pessoas acreditam que só o físico deve estar preparado para a cirurgia, mas a mente deve estar muito preparada também!

A insatisfação da própria imagem corporal é o que na maioria das vezes leva a pessoa para o consultório de um cirurgião plástico. Agora, vocês já pararam pra pensar como que nas primeiras semanas de pós-cirúrgico, o corpo (inteligentemente) responde a esse “trauma”? As respostas vêm através do inchaço, dos hematomas, da indisposição, do cansaço físico, entre outras reações…!

Estar preparado para enfrentar os sinais da cirurgia é imprescindível! Os resultados aparecem lentamente, então é preciso ter calma, pois, após a etapa de recuperação, a pessoa consegue conquistar novamente a sua própria confiança e deixar o que era bom, ainda melhor! As mudanças no corpo trazem resultados surpreendentes e são capazes de fortalecer a autoestima.

Para evitar contratempos, o ideal é que não só o paciente esteja preparado, mas que o “cuidador” desse paciente também esteja disposto a ajudá-lo. Vou só dar um pequeno exemplo: em um cirurgia de mama com prótese, nos primeiros dias, a paciente não deve carregar peso, apoiar o braço, entre outros cuidados. Aí entra a pessoa que irá cuidar (mãe, marido, tia, enfermeira). Nos primeiros dias, essa paciente irá precisar de ajuda para situações comuns do dia a dia e se ela não estiver apoiada por auxiliares, os problemas começam a aparecer…

É essencial procurar o cirurgião plástico que lhe transmita confiança e que saiba avaliar na sua consulta inicial, além do seu físico e da sua saúde, o seu estado emocional. É preciso haver transparência na consulta com o médico e também um certo “feeling” do especialista para perceber se o paciente está emocionalmente preparado para tal procedimento. Percebo nitidamente que o cirurgião com quem trabalho, Dr. Sandro Beira, consegue captar rapidamente se a pessoa está ou não preparada, determinando, assim, se ela está apta para enfrentar o procedimento cirúrgico.

Se você não pular essas etapas, irá garantir satisfação com o resultado final e não correrá o risco de se frustrar, portanto:

O sucesso da cirurgia começa por você mesmo! ;)

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